quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Blogagem Coletiva: Emponderando-se

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Há muito tempo gostaria de ter a oportunidade de ver um parto em casa, o que muitos acham arriscado, para mim é uma alternativa futura.
Se me perguntam se tenho algo contra um parto hospitalar, digo talvez.
O meu parto foi quase que totalmente oposto daquilo que eu esperava e tanto planejava.
Apesar de entregar ao médico meu plano de parto e de ele concordar, nada foi cumprido.
Ao chegar no hospital, apesar de fracas as contrações e, apesar de já estar com 3 cm de dilatação, ele pediu que eu me internasse. Assustada com tudo e ansiosa pela chegada da minha filha, concordei, apesar de querer ir para casa e esperar mais.
Ao me internar fui surpreendida com a enfermeira falando de uma tal lavagem e colocando soro em mim, perguntei se havia algo no soro e ela disse: Aqui? é... o médico não disse nada?
Eu falei: tem ocitocina? E ela concordou... Ai que ódio.
Não permiti a lavagem, achei uma forma agressiva, intrusiva, anti-ética! não permiti.
Pensei que poderia ficar tranquila e esperar a dilatação ocorrer naturalmente, mas me surpreendi e me enfureci quando o médico vinha de uma em uma hora verificar os malditos centímetros! O pior era quando passava mais de uma hora sem a dilatação ele a forçava ( na hora eu naõ sabia, pensava que era outra coisa a dor, mas analisando bem, hoje eu vejo que foi isso mesmo). Um absurdo e falta de respeito!
Foi aí, que aos 7 ou 8 cm, não me lembro bem, enfim, pedi a analgesia, arrependimento cruel. Eles me levaram ao CC, eu pensei que seria só para dar a analgesia, mas não, eu ficaria lá até o expulsivo.
Aquela cama pequena, onde eu não podia me virar de lado ou fazer qualquer movimento, aquele lugar, tudo ali me assustou, eu fiquei indignada, eu pedi tanto que me levassem de volta ao quarto, eu queria parir no quarto! eu!
Mas meu pedido não foi atendido, logo no início do expulsivo vi o médico com uma tesoura do tamanho do universo, era para a episio. Aí não! Nesse caso não, eu levantei meu corpo e disse: Não! Episio não! O médico ignorou e ia fazer, quando eu falei alto: Eu estou falando sério, há testemunhas!
Pois é, me livre dessa, me livrei, até passar pouco mais de uma hora no expulsivo, aí sim, eu permiti, quando vi que era nescessário.
Mulher, não permita esses procedimentos médicos desnecessários no seu parto! Fale, expresse-se, faça seu parto e não permita que o façam por si!

No emponderando terá a transmissão ao vivo de um parto domiciliar, acompanhem.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Meio Ano, 6 meses de vida!

Sou afortunada, pois tenho uma vida digna e uma filha saudável e feliz!
No dia 17 de fevereiro minha filha fez 6 meses gloriosos de vida.
Infelizmente não havia ninguém aqui em casa e nem na cidade (da minha família) para comemorar conosco, mas nós duas fizemos a festa!
Foi uma festa linda, maravilhosa, cheia de abraços e carinhos, muito colo e muito amor.
Muitos beijos que geravam risadas e também coberta de novidades!
O bolo era uma banana rsrs e a bebida especial era água. Tudo bem que ela não gostou muito, mas o importante é que agora ela já tem "idade legal" para experimentar coisas novas rsrs.
Foi muito gostoso passar este dia com ela, saber que minha filha já tem meio ano de vida, que tudo passou num piscar de olhos.
Foi a primeira vez que eu tive essa sensação maravilhosa de saber o que é comemorar a idade de um filho. É inexplicável.
É definitivamente uma conquista.
Percebi que uma festa não precisa ter convidados, bolos, refrigerantes e vários balões. Para minha filha, o que importava naquele momento não era isso, assim como para mim.
Em uma festa o que importa não é o quanto você gasta para que ela fique perfeita, mas sim o quanto você investe com amor.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Operação Lábio Leoporino, ajude a divulgar!

Novamente tendo-me a repassar notícias, mas o próximo post eu tenho que falar sobre o dia em que minha filha fez 6 meses. Quero sempre me recordar e é para isso este blog.
No entanto não pude deixar de repassar esta informação, será importante para quem precisa e busca isso há anos, de forma gratuita.
Então aqui vai, e peço a todos e todas que repassem para o maior número de pessoas, postem no seu blog, enfim.
Att!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Pai de Menina: Ontem, dia de aniversário de 5 anos de minha filha, mataram um pouco de nós

Pai de Menina: Ontem, dia de aniversário de 5 anos de minha filha, mataram um pouco de nós
Bom dia,

Nunca imaginei que depois de tanto colaborar com o EU-REPORTER, tivesse que viver na pele a dor de um cidadão agredido com sua família em um dia de festa.

Escolhemos o quiosque Espaço OX, no Leme para comemorarmos o aniversário de 5 anos de minha filha mais nova, com amigos e familia, num total de 20 pessoas. Reservamos e chegamos, com as crianças, as 19h00. Realizamos a comemoração comas minhas filhas, Lia e Dora, que durante todo o tempo brincaram nas dependências do quiosque as vistas dos funcionários.

Todos os convidados consumiram regiamente e pagaram suas despesas com tranquilidade.
Aos nos prepararmos para ir embora, as 22h30, a funcionária Loi impediu minhas filhas, Lia(9 anos) e a aniversariante Dora (5 anos) de entrarem no quiosque ao retornarem do banheiro.
O motivo: alegou que seriam crianças de rua, por serem negras e terem cabelos crespos. Para encurtar uma longa historia: minha filha mais velha, de apenas 9 anos, está em choque. As alegações da funcionária não apenas são racistas e incidem em constrangimento ilegal e cerceamento do direito de ir e vir, como denotam a falta de atenção dedicada aos consumidores que frequentam o espaço. Vou entrar com medidas legais contra o estabelecimento e um processo por constrangimento ilegal, injuria, difamação e crime de racismo contra a funcionária.

Não queiram saber a dor de um pai ao vivenciar tais cenas em um dia de festa. A dor não vai embora quando fecho os olhos. Me vem a imagem de minha filha, minutos antes extasiada de alegria e em seguida chocada com uma realidade distorcida.

Estou sentindo muita dor. Uma dor que não vai embora.

A funcionária tinha a obrigação de observar quem estava na mesa mais numerosa do estabelecimento, estávamos minutos antes cantando parabéns e repartindo um bolo.

Impossível não ver a alegria que minhas filhas viviam em meio a amigos e família.

Loi estragou tudo com seu preconceito e despreparo para lidar com o publico. Precisa ser punida de forma exemplar.

Minha filha, uma crianca que é o que existe de mais valioso em minha vida, está DESTRUÍDA, achando-se culpada por não ter a aparência "certa" para poder ir e vir.

Espero que tal comportamento não seja uma norma do Grupo OX e da Orla Rio.

Esta carta está sendo copiada aos principais jornais do Brasil e publicações do segmento de turismo no Brasil e no exterior, em inglês.

Felipe Barcellos
Jornalista (ex-Folha, ex-editora Abril) e pai.


Em Solidariedade e Protesto!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Dia de cinema

Todas nós mães sabemos que ir ao cinema tendo cria é impossível! Se não temos com quem deixar nossos filhos, então cinema só daqui uns 3 anos, no mínimo.
No meu caso, graças a Deus, tive uma fuga! Minha irmã está em casa, como disse anteriormente eu acho e a minha filha tem a rotina de dormir todos os dias por volta das 18 horas e acorda apenas às 6 horas da manhã, claro que ela acorda para mamar. Então tudo foi estratégicamente calculado.
Combinei com minha irmã: Julia dorme às 18, eu me arrumo às 18:30 e chego na sessão das 19:15!
Ah, que maravilha, tudo pronto para dar certo e então vou eu fazer a pequena dormir. 17: 55 e nada dela dormir. 18 horas, continuamos no zero. Às 18:15 ela começa a chorar desesperadamente querendo ficar acordada, fazer alguma coisa, qualquer coisa, menos dormir.
Ha-ha, por que será que é sempre assim? Por que quando programamos algo nossas crias sempre nos "traem"? rsrsrs
Tudo bem, vamos lá. Quando deu exatas 19:33 minutos ela dormiu, sim, ela dormiu! E sim, a sessão já havia sido iniciada.
Okay, nova tentativa, programamos que ela acordaria 4 horas mais tarde para mamar, então eu tinha meu tempo para o cinema. Uhu! Tem um horário às 20:50. Vamos lá. E dessa vez gente, eu consegui.
Cheguei no shopping, eu nem acreditei, eu consegui sair pela primeira vez em meses sem ter que me preocupar se tinha fralda suja, se a bebeza estava confortável, nada! Aquele era o tempo só meu! E cai entre nós mães, nós precisamos disso de vez em quando.
Eu fui bem direta, cheguei 10 minutos antes de iniciar o filme, comprei o bilhete, entrei, sentei e fiquei até o fim, e olha que o filme durou 2 horas, é tempo demais só para mim!!! Ai que delícia.
A questão é que, como sabem, sou mãe solteira, portanto não tenho um marido e nem um companheiro, ainda. Pois bem: Sabe sexta a noite? Sabe sexta a noite no shopping? Sabe sexta a noite no shopping e no cinema? Sabe então sexta feira à noite, no shopping, dentro do cinema, dois dias antes do dia internacional dos namorados? Meus DEOS!
Foi assim, terríveeeeeel! E o pior é que eu fui tipo o "centro das atenções". Por que?
Olha a gênia eu estava vendo o treiler e tinha um parte engraçada, gente eu juro que eu achei super engraçado, então o que fiz? RI! Mas ninguém achou engraçado, nossa, sabe quando o treiler para e só se escuta uma voz: a minha e ainda por cima rindo?! Pois então, os que estavam do lado olharam e alguns que estavam atrás comentaram e um idiota olhou para a minha cara (ele estava do lado com a girfriend) e imitou minha risada e ainda completou: Ai que engraçado. No maior cinismo, que sem educação!
E aí quando aparece a parte em que o menininho perde o pai eu choro! hahaha ninguém mais chorou, mas é que eu pensei na minha filha. ai que mico!
vida de mãe!solteira....

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

E a amamentação?!

A Julinha sempre foi de mamar muito, apesar de ser bem magrinha. Ela mama mama mama e sempre há leite de sobra, eu digo de sobra porque sobra mesmo.
Sobra tanto que até liguei para o banco de leite e disse que queria doar, e assim foi feito.
No início, nas primeiras semanas de amamentação, foi dolorido, meu seio rachou, doeu e ardia muito. Passei a pomada, mas o que adiantou mesmo foi o próprio leite sobre o seio, ufa! Essa fase eu superei.
Aí vieram as limitações, nada de milho, chocolate, leite e derivados, enfim, foi horrível! Mas superamos!
É claro que houveram também as limitações que digo sociais, a família sempre se intrometendo, falando para dar água se não o rim dela iria parar, para dar chá para que ela pudesse se acalmar, para dar mamadeira e enfim e a maior pérola o famoso "coitada ela QUER chupeta" (?!!).
Mas não é sobre isso que vou falar HOJE, neste post, eu vou falar da fase em que meu leite quase foi para o espaço!!!
Ao chegar no 5º mês, quando eu já não aguentava mais meus seios vazando leite, literalmente, quando eu não aguentava mais a dor de uma mastite, quando eu não aguentava mais tanta demanda...Eu resolvi comprar uma bomba tira-leite. Até aí tudo bem, mas eu tirei por dois dias o leite de sobra e então pensei: Poxa vida, já que eu nem uso esse leite para dar para pequena, então porquê não doá-lo!?
Uhu!! Liguei pro banco de leite, me cadastrei, enviei meus exames, peguei o pote de vidro, cheguei em casa e quando eu fui tirar CADÊ MEU LEITE???!!
Sim, sim, sim. Não havia mais nada, simplesmente não saia nada!!! E nem estava cheio, nada! Nada mesmo!!
Mas mesmo assim eu sabia que quando a Julia mamava, apesar de demorar um pouco, começava a produzir, mas logo quando ela parava, não produzia mais nada...
Pois é, todo o meu sonho de doar LM foi pro espaço, mas!!!!
Mas aí eu encontrei a solução: Seu leite está secando? Acabando? não sai mais nada e você ainda pensa que sua filha ou filho está passando fome por conta disso e está pensando em dar a famosa mamadeira?
Não se preocupe eu tenho o segredo para todas as suas perguntas! hahaha Parece até comercial, não é mesmo, mas aqui vai: Tintura de Algodoeiro!
Aí você que chegou até aqui e já havia lido isso, já tomou a tal tintura e não adiantou de nada, eu devo dizer que assim como você segui as orientações alheias e também tomei as tais 20 gotas 3 vezes ao dia e não funcionou. E agora você está super irritada porque leu tudo isso para nada?
Calma! Vou explicar, no meu caso não funcionaram as 20 gotas, eu vi que meu corpo não estava reagindo apesar de estar tomando o tal elixir há dois dias, então percebi que precisava de mais, eu radicalizei sim e tomei 40 gotas 3 vezes ao dia. Tiro e queda, foi de uma hora para outra, a produção acelerou de forma assim, brutal!
Voltei a doar LM e a Julia as vezes até se irrita de tanto leite que sai! Foi maravilhoso, me sinto ótima de novo e mais feliz!
Vale a dica!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ame IMEDIATAMENTE!

Bom, hoje eu iria falar sobre o bullyng materno, eu havia pesquisado muito sobre isso, iria comentar sobre o que passo, o que não passo e o que tenho que aturar, ainda mais por ser mãe solteira e não ter um marido.
Mas aí, algo me chamou mais atenção, muito mais. Aliás, acho que por ser ainda mais polêmico e ainda mais tabu, foi que me chamou a atenção. Mas, mais do que isso; foi por ter acontecido comigo e por eu ter achado que não havia ocorrido com mãe nenhuma mais.
Foi então que me surpreendi.
Participo de uma comunidade do orkut, a GPM (Gravidez, Parto e Maternidade), lá eu publiquei uma notícia de li no folha on line e aí os comentários foram surgindo, até que chegou num ponto em que umas das mães falou sobre o amor que devemos sentir pelos nossos filhos imediatamente no momento em que eles nascem, e me arrisco a dizer no momento em que sabemos da gravidez.
Bom, confesso, assim que ela nasceu eu realmente fiquei deslumbrada, olhar para ela era como olhar o maior diamante do mundo. Ela era minha jóia valiosa e não permitiria que nada de ruim ocorresse com ela.
Então fomos para casa, aí as coisas começaram a mudar. Não, eu não a odiei e nem a rejeitei apesar de casos assim ocorrer DPP, eu simplesmente não me identifiquei com aquele momento da maternidade, com aquela responsabilidade, com o fato de que eu era mãe! E logo me questionei inumeras coisas; Como assim sou mãe? Ela é a minha filha? É tão estranho eu ser mãe, eu era apenas uma mulher.
Se você  eu pensava que o amor de mãe era que nem aqueles de novela, que você obrigatoriamente deve se apaixonar imediatamente pelo seu filho e pronto, devo dizer que não é assim. E o engraçado é que eu pensei que isso era apenas comigo, mas assim como o meu caso, há vários.
Um dia, numa festa, havia uma mulher, com seu filho RN. Ela olhou para mim, sozinha (ela estava do meu lado) e disse: É estranho, né? Eu logo pensei: ai ai, é por causa da minha solterisse, e perguntei " O que?". E ela "Ser mãe, ter filho. É estranho, eu não consigo entender." E eu disse que a entendia e que ela poderia ficar tranquila, que o amor pelo filho vai se adquirindo aos poucos, mas que ela iria chegar lá.
Caiu como uma bomba, mas eu vi o olhar dela de como se dissesse "obrigada por me entender".
Com esse post eu finalizo dizendo que a maternidade é tudo, é divina, sensacional, é maravilhosa e HOJE eu não a trocaria por nada nesse mundo. Mas não vamos nos enganar, somos mães, mas não somos perfeitas.
Somos mães, mas não nascemos mães, não sabemos o que é isso e é normal não entendermos também o que é! Somos mães, mas assim como as outras mães enfrentamos batalhas diárias com nossos filhos e maridos  e com toda a sociedade!
Mães não são seres intocáveis, perfeitos e divinos. Permita-nos errar e aprender.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

É de ferro ou seus olhos te enganaram?

Suzy's Artsy Craftsy Sitcom: Feature Friday- Faux Metal Wall Art

Meninas, eu simplesmente me surpreendi com a criatividade desta mulher!
Bom, quem é esperta, como eu, que faça para vender!!! rsrsrsrs
Brincadeiras a parte - ou não... - são esculturas realmente lindas, vale a pena dar uma olhada!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Não pode nem dar beijo?

Agora a pouco estava deitada na minha cama dando uma super atenção à minha cria. Eu estava contando a ela várias estórias e aí ela começou a pegar no meu rosto, sorrir e achar super engraçado tudo o que eu dizia.
Até que eu dei um beijinho nela, no rosto daquele serzinho lindo, gosto, fofinho! E ela amou, começou a dar gargalhadas, então eu a enchi de beijos! Beijo no rosto, no queixo, na barriga e várias selinhos!
Logo parei e  a minha filha começou a brincar com os pés, foi aí que eu comecei a divagar. Pensei no carinho que havia acabado de dar na minha filha e nos vários beijinhos e então me recordei do que várias e várias pessoas me disseram: Não pode dar beijo, em filho pequeno a gente só pode cheirar e olhe lá, dá sapinho!
Além de tudo tem outros ditos como: Não pode dar selinho, se não ela não vai saber onde isso pode começar e onde isso acaba, sem contar das tendências homossexuais (?!).
Pensei: que tristeza, já pensou se eu se quer pudesse beijá-la? E as risadas que eu perderia? Os olhares de felicidade, a retribuição por aquele gesto de carinho?
Eu acho que não se deve perder um minuto de gestos de amor e carinho com os nossos filhos. Eles são nossos tesouros e não há nada melhor que mimá-los com o que temos e é de graça: gestos de amor!
Minha mãe e eu trocamos selinhos até hoje, é até engraçado, mas eu adoro! Nunca tive tendências homossexuais por conta disso, até porque não tem nada a ver né gente, e também nunca saí por aí beijando meus coleguinhas na escola rsrsrsrs
Mas o que quero dizer com isso tudo? Além de tudo o que já disse?! Que não devemos poupar formas de expressar o nosso amor pelos nossos filhos por conta do que os outros dizem, do preconceito da sociedade ou por conta de que algumas pessoas acham certas coisas estranhas.
Carinho é muito bom, vamos à prática!