quarta-feira, 6 de julho de 2011

Retomando à vida!

Cá estou eu, acho que nunca estive em um momento tão realizador na minha vida. Parece que tudo, absolutamente tudo está conspirando ao meu favor, e com isso me torno não apenas uma mulher, mas uma mãe mais feliz e mais tranquila.
As realizações pessoais, como o GHUAPA e novas amizades me fez respirar um ar novo, diferente. Consegui uma bolsa com a ONG Amigas do Parto para fazer o curso de Doula, em troca estou traduzindo o curso em espanhol, também farei um curso de promoção de eventos e cerimonialista, olha que chique, posso até preparar meu próprio casamento hahaha, além disso a transferência da faculdade está positiva (de volta a cidade natal!).
Mas não apenas isso, me encontrei como mulher, encontrei a beleza do meu corpo, do meu rosto, dos meus cabelos. Encontrei também um tempo para mim e para me arrumar, me valorizar. Tenho me arrumado mais, me produzido mais e investido mais em mim.
Minha filha; ah, a minha filha. Já tem quase um ano, e quem diria, como passa rápido. Nesse tempo aprendi um pouco do que é ser mãe e conciliar minha carreira, minha vaidade e minha maternagem. Não há nada mais compensador e motivador na vida se não, ser mãe. Sem a minha filha simplesmente não tenho motivos para viver.
Comemorei o dia das mães daqui a pouco o dia dos pais. Pai sim, pois sou a mãe e sou o pai da minha filha. Sou eu quem a sustento, quem a crio, quem a registrou (e ninguém mais). E sou muito orgulhosa disso, de tudo o que posso fazer por ela. Porque tudo o que estou fazendo é por ela.
E depois de lembrar de um dos meus Posts: a primeira vez em que chorei, penso que é sim sofrido e difícil, mas que sou sim capaz de me encontrar, que eu não estou perdida entre vários papéis num só, que sou capaz de me encontrar e de fazer da Elisa-mãe a Elisa-mil-e-uma-utilidades, e isso é maravilhoso.

Um comentário:

  1. Que lindo!!
    Sei exatamente o que é estar nessa condição e hoje sei que não existe nada que eu não possa fazer pelo meu filho!
    Ah... hoje ele já tem 1 aninho e 5 meses e meu mundo não acabou! Acabou sim o pouco do machismo que ainda tinha em mim quando eu sofria por achar que não ia dar conta por não ter um homem do meu lado!

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