sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Eu não busco um pai, busco um homem.

Esses dias estava conversando com umas meninas que conheço, algumas amigas, outras conhecidas, mas enfim, o assunto "namoro", "rolo" e "casamento" surgiu.
Há muito tempo que não tenho um relacionamento sério e esses dias saí com uma pessoa, mas fui péssima companhia. Não consegui disfarçar meu cansaço, meu estresse e também eu não tinha assunto nenhum para falar. Tá, não foi assim tão desagradável minha companhia, ao contrário, foi péssima, até eu odiei. Mas juro, não foi por maldade, for por pura falta de saber o que fazer.
Eu simplesmente não sei mais como demonstrar interesse ou qualquer coisa do tipo, e então expliquei que é porque não consigo ter um relacionamento casual hoje em dia. Pode ser que eu mude daqui uns tempos essa minha visão, mas hoje eu não quero simplesmente ter um caso com alguém que não me dê indícios de que seja algo sério. Não estou falando de namoro ou casamento, mesmo que não seja aquela coisa formal ou fixa, mas nada do tipo "ficar por ficar". Até porque hoje eu tenho uma responsabilidade muito maior, que toma muito do meu tempo e que eu prezo muito, que é a minha filha, mas aí que está. Ao falar isso algumas pessoas confundiram o zelo pela substituição paterna.
Quer dizer, só porque eu penso na minha filha, em primeiro lugar, antes de inciar um relacionamento significa que eu estou procurando um pai para a minha filha?
Não, não é bem assim, não. Pai ela já tem, e muito bem obrigada, agora é errado querer uma pessoa que da mesma forma que goste de mim goste também da minha filha? Ou eu simplesmente devo ignorá-la para ele e ignorá-lo para ela?
Eu não procuro um pai para minha filha, mas procuro um homem que saiba que eu venho com "bagagem", que se tiver que me aceitar terá que aceitar também o fato de que sou mãe, de que as vezes, mesmo que tendo combinado um encontro, tenhamos que ficar em casa porque minha filha não queria dormir, ou ficar com outra pessoa. Que se tem uma viagem, talvez eu não possa ir, que se marcamos um passeio talvez minha filha deva ir.
Mas, se isso é substituir o meu homem por um pai para minha filha, então é isso mesmo que estou procurando.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Saí no jornal

Bom, estou muito feliz que todo o meu esforço esteja surtindo efeito.
Fui convidada para dar uma entrevista sobre parto humanizado para o jornal regional, o Diário da Manhã.
Fiquei muito satisfeita com a matéria e venho aqui compartilhar com vocês, o link é este http://www.dmdigital.com.br/novo/#!/view?e=20110913&p=31

E também se houver alguém que queira vê-la através de meu blog profissional aqui vai o link
http://elisadoula.blogspot.com

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

conflitos psicológicos na gestação

Estava aqui lembrando de mim mesma durante a gravidez.
Durante toda a gestação pensava comigo o quanto o povo falava bobeira, diziam que mulher muda psicologicamente durante a gestação, que os hormônios isso, que os hormônios aquilo. E para mim, sinceramente, era tudo falácia, já que na minha opinião era como TPM, tudo mentira, besteira, que nada disso era verdade.
Engano o meu, hoje analisando bem tudo o que me passou, tudo o que eu sentia, pensava, fazia, tudo estava associado a um desequilíbrio hormonal e psicológico que eu honestamente até hoje não compreendo. Foi uma fase conturbadíssima que por mais que eu tente me explicar, explicar meus atos e pensamentos da época eu simplesmente não consigo!
A gestação me mudou, na fase gestacional, eu não me reconhecia. Dizia e fazia coisas que nunca pensei antes e nem hoje em fazer.
É impressionante como de fato isso não é conversa, é fato. Tudo muda e é inevitável, por mais que não percebamos no momento uma hora, depois da gravidez, ao refletirmos, perceberemos que de fato a gestação traz com ela conflitos psicológicos.
Definitivamente não é um momento fácil, é realmente um momento que deve ser acompanhado de muitíssima paciência por parte daqueles que cercam a mulher. Devem dar um suporte emocional completamente estável, a pessoa que deve dar esse suporte à gestante tem que ter um equilíbrio psicológico gigantesco porque uma hora ou outra também se sentirá abalado, mas não poderá demonstrar.
Como grávida eu sempre pensava que tinha razão, que todos estavam fazendo tudo errado, sofria, chorava, sorria do nada, chorava de novo, gritava, berrada, esperniava, comia e dormia. Essa era minha vida, totalmente oposta a de hoje, hoje me vejo num equilíbrio mental que não me encontrava gestante.
A gravidez é isso, um eterno conflito.

sábado, 3 de setembro de 2011

Agora Doula?

Graças a Deus consegui realizar um dos meus sonhos e me capacitar como Doula.
Bom, para quem quer conhecer mais sobre meu trabalho como doula é só acessar http://elisadoula.blogspot.com/
esse é o endereço do eu blog onde tratarei das questões profissionais em relação a doulagem.
Estou muito feliz e espero poder ajudar muitas mulheres, casais, famílias, bebês.