Não consigo ficar inquieta em relação a um assunto que vem me acompanhando durante todo o mês de dezembro.
Papai Noel e seu papel social, ou pseudo-social.
Hoje, o que me estimulou a escrever aqui foi uma matéria no site Yahoo! com o seguinte título: O Papai Noel existe, filho!
Resumindo bem o texto, a autora afirma que o natal de seus filhos foi maravilhoso, pois eles acreditam em papai noel, já o dos filhos de sua amiga foi horrível e triste, simplesmente porque eles não acreditam em papai noel.
Sem contar os argumentos sem qualquer fundamento respaldado em que ela afirma que todos, digo todos, unanimidade entre os psicólogos que a figura do Papai Noel é Fundamental para as crianças, sendo ainda mais específica e o que me deixou mais encabulada: Além do Natal, segundo a autora, ser um fracasso porque não existe Papai Noel, este mesmo velhinho é o sinônimo da formação familiar e cultural, e é ele, segundo a autora, que transforma a criança no ser civilizado."O velhinho barbudo e simpático é o valor da família, da fraternidade e da bondade. "
Me desculpe, mas não consigo concordar.
Há culturas em que se quer Papai Noel é comentado. O sinônimo de Natal definitivamente não é troca de presentes caros, e o "bom velhinho" não pode ser o valor da família.
Crianças que começam a se comportar bem pouco antes do Natal por conta de que querem ganhar o presente do Papai Noel, e pais que só estimulam o bom comportamento em troca de presentes (que serão entregues pelo Papai Noel), estão errados.
Além disso, vamos ser honestos, quantas e quantas crianças insistem em fingir que acreditam no Papai Noel para continuar ganhando os presentes de Natal.
Quantas e quantas crianças se sentem tristes e frustradas quando percebem que seus pais mentiram todo o tempo para elas sobre o Papai Noel.
Se formos pensar ele é uma figura bem egoísta aos pais.
Depois disso, se esquece o sentido do Natal. Dia 25 de dezembro, dia em que a Virgem Maria, e seu esposo José, após serem avisados pelo Anjo Gabriel de que Maria daria à Luz ao filho de Deus, Jesus, vão até Belém e nasce Jesus Cristo de Nazaré, filho de Deus. Os três Reis Magos oferecem seus presentes e os pastores vão louvar ao Senhor.
Gente, o Natal é isso. Uma criança não é frustrada por ter o VERDADEIRO espírito natalino. Não é um Natal infeliz pela comemoração ser fundamentada.
Mas, suponhamos também, que a família seja atéia, então o Natal será mais representativo. Será momento de união, de rever o ano, pensar em coisas boas e positivas para o futuro.
A criança ela deve exercer sua imaginação, é claro, mas ela exerce de diversas maneira que a gente nem imagina. Não será representações como estas que tirarão seu poder de imaginação.
Patati Patatá é uma representação que mexe com a imaginação da criança, a Galinha Pintadinha, Os três porquinhos, o Mickey Mouse e por aí vai. Mas a magia é algo muito além do que nós, adultos, podemos imaginar.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Há um ano: Leite em pó - Leia AQUI!
Olá Leitores, leitoras, olá!
Hoje eu não vou escrever nada com as minhas próprias palavras. Não posso, não consigo.
Simplesmente fiquei sem palavras quando li o que eu li.
O choque foi tamanho que eu não tenho o que falar, apenas li e, a cada palavra que lia, ficava com a boca cada vez mais aberta.
A Revista Pais & Filhos já é medíocre por si só, mas dessa vez chocou o mundo todo. Além de ser uma revistinha de quinta, ainda tem o adicional de ter profissionais de quinta. Concluindo, ela é feita para pessoas ignorantes e que não querem aprender, ou querem aprender ignorância junto aos ignorantes.
Mas também podemos resumir que ela é uma revista feita para pessoas informadas que querem identificar os idiotas no mundo. Até porque, como diria meu pai: Se não fossem os idiotas como saberíamos que somos inteligentes?
Enfim, segue o texto e meu choro:
Hoje eu não vou escrever nada com as minhas próprias palavras. Não posso, não consigo.
Simplesmente fiquei sem palavras quando li o que eu li.
O choque foi tamanho que eu não tenho o que falar, apenas li e, a cada palavra que lia, ficava com a boca cada vez mais aberta.
A Revista Pais & Filhos já é medíocre por si só, mas dessa vez chocou o mundo todo. Além de ser uma revistinha de quinta, ainda tem o adicional de ter profissionais de quinta. Concluindo, ela é feita para pessoas ignorantes e que não querem aprender, ou querem aprender ignorância junto aos ignorantes.
Mas também podemos resumir que ela é uma revista feita para pessoas informadas que querem identificar os idiotas no mundo. Até porque, como diria meu pai: Se não fossem os idiotas como saberíamos que somos inteligentes?
Enfim, segue o texto e meu choro:
Estou deixando minha mãe meio apavorada. É porque eu choro muito.
E ela continua não entendendo. Vou contar a verdade: Minha mãe está com pouco leite...
Acontece nas melhores famílias. Mas como eu nasci no século 21 -
em uma família que pode ir ao supermercado - existe uma solução incrível chamada
LEITE EM PÓ. Os cientistas – são os homens que inventam as coisas novas -
conseguiram inventar um leite bem parecido ao leite da minha mãe, é uma maravilha.
E ela continua não entendendo. Vou contar a verdade: Minha mãe está com pouco leite...
Acontece nas melhores famílias. Mas como eu nasci no século 21 -
em uma família que pode ir ao supermercado - existe uma solução incrível chamada
LEITE EM PÓ. Os cientistas – são os homens que inventam as coisas novas -
conseguiram inventar um leite bem parecido ao leite da minha mãe, é uma maravilha.
O problema é o de sempre: minha mãe não me ouve. Ela fica achando que eu
tô chorando de cólica, e eu tô chorando de fome! Cólica é uma coisa que eles
dizem para todos os problemas que a gente tem. Quando não sabe o que é, é
só dizer que é cólica! Mas pra vocês entenderem a cólica e o leite em pó vou ter
que falar de outro assunto.
Aqui na Terra tem uma coisa chamada “moda”. Todo mundo se influencia por ela.
A moda faz as pessoas mudarem de ideia e acreditarem no extremo oposto do
que acreditavam antes. É assim, dependendo da moda você logo muda de idéia.
A moda depende do lugar, da época e não sei mais do quê, mas serve pra tudo:
eu já vi para comida, roupa, educação. Isso só em três semanas, então é seguro
que sirva pra mais coisa.
Tô dizendo isso porque aqui onde nasci, no Brasil, está super na moda amamentar!
Então a maravilhosa invenção do leite em pó anda malvista... E nem passa
pela cabeça da minha mãe – que, infelizmente, se influencia pelo o que pensa a
maioria - que eu seria muito mais feliz se ganhasse, depois do peito, um pouquinho
de leite em pó.
Tem uma senhora muito simpática que vem quase todo dia aqui em casa. Ainda
não entendi porque ela passa tanto tempo aqui – e ninguém me explicou. O nome
dela é Maria. Uma visita diferente porque as outras visitam costumam ficar paradas
e ela fica de um lado pro outro levando coisas, arrumando, limpando. De vez em
quando, ela fala para alguém: “Ah, se a mãe dela saísse um pouquinho, eu bem que
dava uma mamadeira bem grande, aposto que esse bebê está chorando de fome”.
A Maria, que não liga pra moda, tem boa intuição. Mas nada da minha mamãe sair
de casa...
É o problema de sempre... Os adultos basicamente só entendem as palavras.
No resto da comunicação eles não vão muito bem.
Ai que fome, quero mais leite e o da minha mãe já acabou... É difícil mesmo
essa vida na Terra...
tô chorando de cólica, e eu tô chorando de fome! Cólica é uma coisa que eles
dizem para todos os problemas que a gente tem. Quando não sabe o que é, é
só dizer que é cólica! Mas pra vocês entenderem a cólica e o leite em pó vou ter
que falar de outro assunto.
Aqui na Terra tem uma coisa chamada “moda”. Todo mundo se influencia por ela.
A moda faz as pessoas mudarem de ideia e acreditarem no extremo oposto do
que acreditavam antes. É assim, dependendo da moda você logo muda de idéia.
A moda depende do lugar, da época e não sei mais do quê, mas serve pra tudo:
eu já vi para comida, roupa, educação. Isso só em três semanas, então é seguro
que sirva pra mais coisa.
Tô dizendo isso porque aqui onde nasci, no Brasil, está super na moda amamentar!
Então a maravilhosa invenção do leite em pó anda malvista... E nem passa
pela cabeça da minha mãe – que, infelizmente, se influencia pelo o que pensa a
maioria - que eu seria muito mais feliz se ganhasse, depois do peito, um pouquinho
de leite em pó.
Tem uma senhora muito simpática que vem quase todo dia aqui em casa. Ainda
não entendi porque ela passa tanto tempo aqui – e ninguém me explicou. O nome
dela é Maria. Uma visita diferente porque as outras visitam costumam ficar paradas
e ela fica de um lado pro outro levando coisas, arrumando, limpando. De vez em
quando, ela fala para alguém: “Ah, se a mãe dela saísse um pouquinho, eu bem que
dava uma mamadeira bem grande, aposto que esse bebê está chorando de fome”.
A Maria, que não liga pra moda, tem boa intuição. Mas nada da minha mamãe sair
de casa...
É o problema de sempre... Os adultos basicamente só entendem as palavras.
No resto da comunicação eles não vão muito bem.
Ai que fome, quero mais leite e o da minha mãe já acabou... É difícil mesmo
essa vida na Terra...
Eu havia postado o link da coluna, mas eles retiraram do ar.
No lugar do mesmo colocaram o pedido de desculpas, que um
dia antes, quando várias mães reclamaram, segundo
a leitora Janine Fonseca: "Eles se negaram. Disseram que aquela era
a opinião da colunista, e ia contra a filosofia da revista interferir."
LINK
Uma das nossas leitoras deixou um link
da reportagem
No lugar do mesmo colocaram o pedido de desculpas, que um
dia antes, quando várias mães reclamaram, segundo
a leitora Janine Fonseca: "Eles se negaram. Disseram que aquela era
a opinião da colunista, e ia contra a filosofia da revista interferir."
LINK
Uma das nossas leitoras deixou um link
da reportagem
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Um apelo solitário
Um dia de profunda tristeza, esse foi o tão famoso Dia dos Pais, que se dependesse somente de mim e da minha família isso não teria acontecido.
Dia dos pais, dia das mães, esses dias são dias exclusivos da família. Quantas e quantas vezes eu falei isso. Neste final de semana eu senti na própria pele o que eu tanto previa, e passei a defender não somente em teoria, mas também na prática, a não comemoração dos dias familiares na escola.
Escolinha, essa não é sua função. Isso propaga tristeza, isso provoca mágoa, isso gera solidão.
Tudo começou na segunda-feira, 6 dias antes do domingo de comemoração de dia dos pais. A dona da escola me liga perguntando como era a relação entre minha filha e seu "pai". Bom, no telefone ele é presente sempre que convém a ele mesmo, então não tinha nada a me abster. Ela me explica que como nunca o viu não sabia se eles se relacionavam. Que seja...
Então ela diz que a semana seria toda dedicada aos pais e que preparariam as crianças para uma recepção que teria no sábado para eles.
Para começar devo dizer que me senti ofendida, mais do que isso, senti mal pela minha filha. Ela sugeriu que talvez não seria interessante levá-la durante esta semana, já que poderia se tratar de um assunto que poderia ser incomodo a ela.
Então eu levanto uma questão. Quem é que está errado? Eu, que digo que a escola não deveria se intervir nisso ou a escola que me sugere que retire minha filha das aulas durante uma semana para.... Bom, nem sei dizer para que.
Depois disso eu falei com ele, que disse que sim, que iria sim. Falei com ele durante toda semana, na sexta-feira a noite, por volta de 23:40 ele me liga e confirma que irá, peço que esteja presente às 07:00 porque teria o café da manhã do dia dos pais na escola. Novamente ela confirma.
É sábado de manhã, coloco o despertador cedo, às 07:00, acordo minha filha que estava dormindo e não queria acordar. O tempo todo falei: filha, hoje você verá o papai, hoje você vai ver o papai. Ela super feliz.
Dou banho, visto minha filha com uma roupa nova, uma roupinha linda que ela nunca usou, arrumo o cabelinho de lado. Ela estava linda, simplesmente uma princesa.
São 08:29 da manhã, era para ela estar na escolinha neste mesmo horário para se preparar para o café que começaria às 09:00. Resolvo não levá-la de cara. Ligo para ele. "Aonde você está? Já está chegando?"
Sabe o que ele me responde: Estou saindo daqui agora. Que hora que acaba aí?
Só de lembrar, só de escrever isso consigo sentir tudo o que senti naquele momento. Foi ódio. Puro ódio.
Escrevo aqui as palavras que escrevi no domingo:
Eu não vejo a hora desse dia acabar.
Para uma mãe solteira, cujo pai da sua própria filha é um destruidor de sonhos, esse dia é um desafio.
Não sei se dói mais nela ou em mium, mas hoje esqueci até que tinha um pai.
Essa é minha filha, arrumada ontem por volta das 08 da manhã, pronta para ir à escola aproveitar o dia dos pais com o pai, que prometeu vir a semana inteira e no próprio dia a deixou sozinha.
Não sei se a dor foi maior nela ou em mim, mas a única que chorou fui eu.
Feliz dia de quem?
Eu chorei, me desesperei, nunca me senti tão humilhada na minha vida, mas a dor foi provocada não somente por ele ser quem é, um traste, mas também por quererem me obrigar, me submeter a isso.
Há famílias e famílias. Há filhos cujos pais são a escória, e assim digo sobre mães também. Submeter uma criança a isso é ofensivo.
Eu não tenho como mudar o destino da minha filha, ela tem um pai ausente, um pai desprezível, mas ela não precisa passar por isso.
Escolas, deixem as próprias famílias lidarem com esses dias! Eu acredito sim que essas datas devam ser comemoradas, nossa, como eu amo o dia das mães. Mas não interfiram!
Eu achei este texto péssimo, de verdade, péssimo. Estou me sentindo tonta, nada bem, e ainda tive que digitá-lo rápido por estar no trabalho, mas hoje eu não queria fazer um post bonito, minha intenção aqui era um desabafo.
Um desabafo de uma mãe solteira que ficou completamente cega, perdida num dia em que eu não precisava ficar assim. Isso aqui é um apelo a todas as escolas e todos os pais e mães que entendem o que eu quero dizer.
É uma suplica para aqueles pais e aquelas mães que criaram você que é um filho ou filha de alguém, e criaram sozinhos, e sabem o que eu quero dizer.
Isso aqui é um grito desesperado de socorro, porque eu não sei como agir nessa sociedade que não me entende.
É para você que escreveu: parabéns paizão na página social do "pai" da minha filha.
Dia dos pais, dia das mães, esses dias são dias exclusivos da família. Quantas e quantas vezes eu falei isso. Neste final de semana eu senti na própria pele o que eu tanto previa, e passei a defender não somente em teoria, mas também na prática, a não comemoração dos dias familiares na escola.
Escolinha, essa não é sua função. Isso propaga tristeza, isso provoca mágoa, isso gera solidão.
Tudo começou na segunda-feira, 6 dias antes do domingo de comemoração de dia dos pais. A dona da escola me liga perguntando como era a relação entre minha filha e seu "pai". Bom, no telefone ele é presente sempre que convém a ele mesmo, então não tinha nada a me abster. Ela me explica que como nunca o viu não sabia se eles se relacionavam. Que seja...
Então ela diz que a semana seria toda dedicada aos pais e que preparariam as crianças para uma recepção que teria no sábado para eles.
Para começar devo dizer que me senti ofendida, mais do que isso, senti mal pela minha filha. Ela sugeriu que talvez não seria interessante levá-la durante esta semana, já que poderia se tratar de um assunto que poderia ser incomodo a ela.
Então eu levanto uma questão. Quem é que está errado? Eu, que digo que a escola não deveria se intervir nisso ou a escola que me sugere que retire minha filha das aulas durante uma semana para.... Bom, nem sei dizer para que.
Depois disso eu falei com ele, que disse que sim, que iria sim. Falei com ele durante toda semana, na sexta-feira a noite, por volta de 23:40 ele me liga e confirma que irá, peço que esteja presente às 07:00 porque teria o café da manhã do dia dos pais na escola. Novamente ela confirma.
É sábado de manhã, coloco o despertador cedo, às 07:00, acordo minha filha que estava dormindo e não queria acordar. O tempo todo falei: filha, hoje você verá o papai, hoje você vai ver o papai. Ela super feliz.
Dou banho, visto minha filha com uma roupa nova, uma roupinha linda que ela nunca usou, arrumo o cabelinho de lado. Ela estava linda, simplesmente uma princesa.
São 08:29 da manhã, era para ela estar na escolinha neste mesmo horário para se preparar para o café que começaria às 09:00. Resolvo não levá-la de cara. Ligo para ele. "Aonde você está? Já está chegando?"
Sabe o que ele me responde: Estou saindo daqui agora. Que hora que acaba aí?
Só de lembrar, só de escrever isso consigo sentir tudo o que senti naquele momento. Foi ódio. Puro ódio.
Escrevo aqui as palavras que escrevi no domingo:
Eu não vejo a hora desse dia acabar.
Para uma mãe solteira, cujo pai da sua própria filha é um destruidor de sonhos, esse dia é um desafio.
Não sei se dói mais nela ou em mium, mas hoje esqueci até que tinha um pai.
Essa é minha filha, arrumada ontem por volta das 08 da manhã, pronta para ir à escola aproveitar o dia dos pais com o pai, que prometeu vir a semana inteira e no próprio dia a deixou sozinha.
Não sei se a dor foi maior nela ou em mim, mas a única que chorou fui eu.
Feliz dia de quem?
Eu chorei, me desesperei, nunca me senti tão humilhada na minha vida, mas a dor foi provocada não somente por ele ser quem é, um traste, mas também por quererem me obrigar, me submeter a isso.
Há famílias e famílias. Há filhos cujos pais são a escória, e assim digo sobre mães também. Submeter uma criança a isso é ofensivo.
Eu não tenho como mudar o destino da minha filha, ela tem um pai ausente, um pai desprezível, mas ela não precisa passar por isso.
Escolas, deixem as próprias famílias lidarem com esses dias! Eu acredito sim que essas datas devam ser comemoradas, nossa, como eu amo o dia das mães. Mas não interfiram!
Eu achei este texto péssimo, de verdade, péssimo. Estou me sentindo tonta, nada bem, e ainda tive que digitá-lo rápido por estar no trabalho, mas hoje eu não queria fazer um post bonito, minha intenção aqui era um desabafo.
Um desabafo de uma mãe solteira que ficou completamente cega, perdida num dia em que eu não precisava ficar assim. Isso aqui é um apelo a todas as escolas e todos os pais e mães que entendem o que eu quero dizer.
É uma suplica para aqueles pais e aquelas mães que criaram você que é um filho ou filha de alguém, e criaram sozinhos, e sabem o que eu quero dizer.
Isso aqui é um grito desesperado de socorro, porque eu não sei como agir nessa sociedade que não me entende.
É para você que escreveu: parabéns paizão na página social do "pai" da minha filha.
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